
E daí que
foi Carnaval?
Acho que
o ano de 2013 foi o ano que eu mais curti o carnaval em toda minha vida. Para começo
de conversa, carnaval nunca foi uma data do ano que me deixasse morrendo de
ansiedade. Penso que a data do ano que eu mais gosto ainda é o meu aniversário
(e as férias, obviamente).
Esse ano
foi diferente, pois eu torci para que o carnaval chegasse, primeiramente porque
estou em aula desde janeiro (não só eu, mas todas as universidades federais). E
logicamente, para não perder o hábito, basta um feriado e os trabalhos e os estudos
se acumulam, pois temos aquela lista enorme de coisas para fazer e aquela outra
lista de “Venha descansar”, mas finalmente consegui descansar, ler, ver filmes
(ate que não foram tantos assim), estudar, fazer pesquisas e pensar nas
próximas postagens.
O
diferencial foi que assisti a maioria dos desfiles das escolas de samba, vi
parte do Carnaval de Recife e de Olinda, e também de Salvador. Quanto as
escolas de samba, achei lindo os desfiles de cada uma delas pois além de
retratar um cultura seja de um outro país, a exemplo da Unidos da Tijuca que
abordou sobre a Alemanha, também trataram um pouco de nossa cultura, quando
União da Ilha abordou sobre Vinicius de Moraes. Sem falar no amor que as
escolas nos passam, pois eles passam o ano todo se preparando, fato que nunca
tinha percebido anteriormente.
Quanto ao
carnaval das demais cidades, Recife, Olinda e Salvador. Não sou muita
apaixonada por frevo ou axé, mas o que me chamou atenção em ambas as cidades é
o comprometimento e a alegria das pessoas. Bem que as pessoas poderiam ser
alegres assim o ano todo!
Mesmo não
morrendo de amores por frevo e axé, gosto de Alceu Valença e Daniela Mercury
(mas sou apaixonada pela MPB do Caetano Veloso, Maria Bethânia e a boa voz e
violão), mas tenho vontade de conhecer Salvador, pois amo o sincretismo
religioso (não cito Recife e Olinda, pois são cidades que já conheço, mas tenho
forte apresso por elas).
Depois de
pular carnaval vendo os outros se divertirem, pulei carnaval com os livros, mas
nesse feriado foi diferente, pois não me preocupei com “Ainda tenho que fazer
isso e aquilo”, descobri a tranqüilidade como chave de sucesso. A melhor parte
do feriado ainda é poder curtir a família e dormir bastante (logicamente ler
bastante).
Agora
rumo a vida habitual de sempre, com a correria típica, as postagens diárias,
mas que cada dia seja tão divertido e ausente de dias ruins, igual ao nosso
divertido carnaval!
Jéssica
Cavalcante